
domingo, 23 de janeiro de 2011
quarta-feira, 19 de janeiro de 2011
Em Fornos de Algodres a reflorestação é uma realidade!
quinta-feira, 13 de janeiro de 2011
Balanço de 2010 do Presidente da Câmara de Fornos de Algodres
«O melhor foi a construção do Hotel e o SPA, cujas obras continuam, prevendo-se a inauguração em 2011».«Equilibrámos as finanças da autarquia e estamos a pagar a 15 dias».
«Os cortes do Governo, que quase inviabilizam qualquer investimento nas autarquias do Interior. Só no Município de Fornos são 500 mil euros/ano. Com estes cortes, o investimento está quase posto de lado e vamos ter que cortar também nalgumas despesas correntes.Se o Governo tivesse em atenção o papel social que cada autarquia desempenha no Interior do País, acho que devia ter feito uma discriminação mais positiva». Perspectivas para 2011
«Vamos concluir, praticamente, só as obras que estão em execução, uma obra ou outra nova, e vamos aumentar os apoios sociais. Este ano vamos finalmente inaugurar a Central de Camionagem, o que acontecerá muito em breve, e contamos inaugurar também, durante o Verão, a requalificação do edifício escolar do 1º Ciclo, com Pré-Escolar, de Fornos de Algodres, num investimento de cerca de um milhão e duzentos mil euros.Continuam as obras da Biblioteca Municipal, que não serão concluídas este ano porque o Estado não paga. Prevemos acabar a Biblioteca em 2012. Se por acaso o dinheiro do Estado fluir, de modo a que nós consigamos responder aos nossos compromissos, nós acabá-la-emos também em 2011.Em 2010 já aumentámos alguns apoios sociais aos alunos que frequentam as escolas do Concelho, no domínio principalmente da oferta total dos livros do 1º Ciclo, alargámos o leque de pessoas abrangidas por refeições e transportes escolares e queremos, em 2011, reforçar este apoio social, alargando o conceito de pessoas carenciadas».
quarta-feira, 5 de janeiro de 2011
Assembleia Geral dos Bombeiros
quarta-feira, 29 de dezembro de 2010
Os valores que norteiam o PS
São estes os valores que tanto defendem??- A Mentira e a Demagogia Política para resultados eleitorais???Nós chamamos a isto, DESNORTE!!O Partido Social Democrata em Fornos de Algodres, ao contrário do primeiro-ministro e do PS, não faz da mentira estratégia política.Nós nunca escondemos nada, enfrentamos e assumimos o plano de reequilíbrio financeiro com responsabilidade, mesmo em época de eleições quando nos era menos favoráveleleitoralmente. Não escondemos a dívida e muito menos a vasta obra da câmara municipal que lhe deu origem.
Nós não seguimos nem a norte nem a sul de ninguém, como não acreditamos no «Dom Sebastianismo» nem compactuamos com os «profetas do caos» ou em politicas sem resultados práticos.
Como diz a música de Jorge Palma:
"Enquanto houver estrada pra andar
A gente vai continuar
Enquanto houver estrada pra andar
Enquanto houver ventos e mar
A gente não vai parar
Enquanto houver ventos e mar"
terça-feira, 28 de dezembro de 2010
Como dizia a nossa Vereadora e bem...
Parece que a verdade incomoda!
Mas vamos continuar a dizer verdades!
Porque nós sempre vestimos a camisola de Fornos de Algodres!
segunda-feira, 27 de dezembro de 2010
Novo portal da Câmara Municipal de Fornos de Algodres
quinta-feira, 23 de dezembro de 2010
Comunicado da Juventude Social Democrata de Fornos de Algodres
Juventude
Social Democrata
Comissão Política de Secção de Fornos de Algodres
A Comissão Política de Secção de Fornos de Algodres, torna publica as seguintes declarações:
1 – Decorrido um ano das eleições autárquicas, a JSD de Fornos de Algodres quer enaltecer todo o esforço e empenho do executivo camarário eleito pelo Partido Social Democrata. Relembramos que, numas eleições, são várias as listas candidatas mas só existe uma vencedora, e, mais uma vez o nosso candidato Dr. José Miranda, recebeu a confiança da esmagadora maioria dos fornenses. Era a melhor e a única opção nestas eleições, tal como tem sido desde há 12 anos.
Os tempos são difíceis; o actual Governo Socialista fez cortes atrás de cortes e os municípios Social Democratas, como o nosso, sofrem essas mesmas medidas de forma exponencial. Basta lembrar os largos milhares de euros de prejuízo que o Governo causou ao nosso Concelho ao não aprovar o plano de reequilíbrio financeiro no prazo definido por lei.
É preciso, desta forma, uma grande força de vontade para lutar contra todas as adversidades expostas, mas temos a dizer que, força, coragem e sentido de responsabilidade, são adjectivos que não faltam às pessoas que representam a Social Democracia em terras de Fornos de Algodres. São estas as únicas armas que usamos, tendo como munições a verdade e o respeito pelo eleitorado fornense. Não compactuamos com aqueles que procuram passar um atestado de ignorância aos nossos concidadãos. A essência da democracia diz que esta é um regime de governo em que o poder de tomar importantes decisões políticas está com os cidadãos; não nos esqueçamos que o povo é soberano, e o povo de Fornos de Algodres é inteligente e sabe dar valor a quem o tem.
2 – A JSD de Fornos de Algodres quer, também, felicitar o militante da nossa concelhia - Hugo Miranda - não só pela sua recente eleição como vice-presidente da Comissão Política Nacional da JSD e desta forma ser o primeiro militante do distrito da Guarda a exercer tal cargo político, mas também porque nos mostramos solidários com uma das bandeiras que carrega e defende como ninguém - o interior - e, inerentes a esta bandeira, as desigualdades regionais e sociais que têm vitimizado a nossa região.
Funções de destaque não se adquirem do nada, conquistam-se com respeito e muito trabalho, e a JSD de Fornos de Algodres tem o orgulho de dizer que está na linha da frente no que concerne a fazer política de verdade.
Deixamos de parte todo o folclore do mundo da blogosfera, onde os visados não podem responder, e onde os que fazem acusações não dão a cara. Não achamos digno que se procure fazer política escondido por detrás do anonimato. Dessa forma, é fácil acusar e insinuar, sem que se possa ser responsabilizado; este não é um princípio da JSD, e este não é o caminho que queremos traçar na nossa geração.
Desse mundo saem imputações de cuja confirmação, passado um ano, continuamos à espera: continuamos à espera do dito fiscal nomeado pelo Governo Socialista que venha tomar conta da nossa Câmara Municipal e, desta forma, passe por cima da base da democracia e esqueça a vontade do povo de Fornos de Algodres; ou então das provas da divida dos 40 milhões, ou das pretensas ilegalidades do Hotel da Serra da Esgalhada???, A JSD não compactua com demagogia política e declarações “anónimas” meramente eleitoralistas.
Da mesma forma, a JSD rejeita o exibicionismo da solidariedade e da luta contra a pobreza pensando apenas em resultados políticos. Nós elogiamos sim, os que ajudam o próximo de forma discreta.
3 – Como já pudemos referir, temos um executivo que merece todo o nosso apoio e confiança, e que nos garante a execução escrupulosa do programa eleitoral ao qual nos comprometemos com os nossos habitantes; quando dizemos comprometemos, é com um sentido de responsabilidade próprio, pois também nós colaboramos e nos revemos neste projecto a 100%; o papel da JSD Fornos de Algodres passa por assegurar que esse mesmo programa seja cumprido, pois, assim, também nós veremos as nossas ideias a serem postas em prática.
A JSD de Fornos de Algodres não procura o protagonismo fácil ou barato. Procuramos, sim, garantir um país onde não só os jovens tenham um futuro, mas também onde os idosos tenham um presente.
No seguimento desta ideia, a JSD de Fornos de Algodres tem o orgulho de, no último congresso nacional da JSD, ter iniciado, em colaboração com toda a distrital da guarda, um movimento contra a inclusão das bolsas de estudo no decreto-lei 70/2010, diploma legislativo que veio lançar um rol imenso de constrições ao acesso a prestações sociais. Este decreto, contemplaria, entre outras injustiças, as seguintes situações: os estudantes poderiam perder acesso à bolsa de estudo apenas por o avô ter um complemento solidário para idoso; a contrario, também o facto de um avô beneficiar do complemento solidário para idoso seria prejudicado por o neto ter acesso a uma bolsa de estudo, cortando-lhe o complemento solidário.
Isto não é justiça social, isto é um desastre social. Se a intenção do Governo PS fosse concretizada, 30% dos jovens que no ano passado eram considerados carenciados, este ano iriam deixar de ser; isto seria cortar as pernas aos jovens em relação ao futuro.
Nós agimos: Ricardo Morgado, Presidente da CPS de Gouveia, foi o nosso porta-voz, o congresso foi unânime e, graças à força e irreverência da JSD, sensibilizámos o Partido, e a deputada Vânia Jesus deu também voz à JSD na Assembleia da República. Graças ao voto da JSD/PSD, a inclusão das bolsas foi chumbada, apenas com o voto contra do Partido Socialista. Hoje haverá jovens e idosos fornenses que continuarão a ter prestações sociais graças mais uma vez à JSD e ao PSD.
4 – Todos sabemos que a conjuntura é difícil. Os Portugueses já compreenderam bem o resultado de 15 anos de Socialismo. O PS prometeu 150 mil novos empregos, a taxa de desemprego subiu para números nunca vistos. A taxa de desemprego jovem já atinge os 23%! O PS prometeu controlar o défice e estamos com uma dívida pública record e as contas públicas estão em absoluto descontrolo. Prometeu crescimento económico e falhou. Percebemos que alguns não queiram falar destes assuntos, assumindo as suas responsabilidades, e prefiram realizar actividades lúdicas para distraírem os seus militantes do mal que o seu próprio partido está a fazer ao país.
Por todo o lado, já se percebeu o resultado de governar por soundbytes apenas pensando no próximo acto eleitoral e ignorando o futuro dos cidadãos. É hora de procurar uma alternativa para o Governo de Portugal. Após 15 anos a criar problemas, é hora de procurar uma alternativa que os resolva. Uma alternativa reformista, com soluções de longo prazo que protejam o nosso futuro enquanto país. Essa alternativa é o PSD. Na nossa história, foi sempre o PSD a ser chamado para resolver as crises mais graves criadas por outros. Mais uma vez, temos consciência do longo e difícil desafio que teremos pela frente. Saberemos estar à altura dos pergaminhos da nossa história colectiva. Podem confiar em nós.
Como dizia Francisco Sá Carneiro,
“A Democracia é difícil e exigente, mas dela não nos demitimos.”
5 – A JSD de Fornos de Algodres aproveita esta quadra natalícia para desejar a todos um Natal Feliz, repleto de Força, Confiança e Esperança!
Nós sempre tivemos e teremos orgulho em dizer: Nós somos de Fornos de Algodres!
Fornos de Algodres, 23 de Dezembro de 2010
A Comissão Política de Secção da Juventude Social Democrata de Fornos de Algodres
O Presidente da Comissão Política da JSD de Fornos de Algodres
Nova Comissão Política de Secção da Juventude Social Democrata de Fornos de Algodres
A JSD de Fornos de Algodres elegeu recentemente uma nova Comissão Política de Secção. Dadas as circunstâncias dos tempos que correm, a responsabilidade é muita, mas a vontade de fazer mais e melhor é ainda maior.
Apresentou-se a sufrágio, uma lista que é única, não só por concorrer sozinha, mas também por ser única nos valores humanos que apresenta.
A lista D – “por uma j De causas”, é encabeçada pelo estudante universitário, Paulo Lopes, que conta na sua direcção com uma equipa totalmente rejuvenescida, reunindo um conjunto de jovens abaixo dos 25 anos, do nosso concelho. Juntam-se também a esta causa jovens não-militantes, que pretendem ainda assim colaborar com este projecto, que é de todos.
Na mesa do plenário, segue a mesma letra e a mesma causa, alojada na experiência do mesmo presidente, Bruno Faustino, empresário local.
A constituição da JSD Fornos de Algodres:
Comissão Política
Presidente
Paulo Jorge Catano Lopes
Vice Presidentes
Pedro Moreira Duarte Carvalho Baptista
Pedro Miguel dos Santos Oliveira
Secretário-Geral
André Rafael Rodrigues Braga
Vogais
Raquel Tejo de Almeida Oliveira
Luís Carlos Ferreira Moreira
Miguel Tejo Almeida de Oliveira
Fernando Carlos da Costa Melo
Gonçalo Emanuel de Paraíso Bento
David José Ferreira Andrade
António Miguel da Costa Tomás
Suplentes
Hugo Filipe de Sousa
João Miguel Pereira Neves
Andreia Filipa Almeida
Sílvio de Campos Melo de Almeida
Mesa do Plenário
Presidente
Bruno António Rodrigues Faustino
Vice Presidente
Edgar de Campos Melo de Almeida
Secretário
Carlos Alberto Clemente Almeida
Suplente
Rafael da Silva Oliveira
quarta-feira, 22 de dezembro de 2010
quarta-feira, 1 de dezembro de 2010
Autarquia de Fornos associou-se ao Dia Mundial da Diabetes
Autarquia de Fornos associou-se ao Dia Mundial da Diabetes
Comemorou-se no passado dia 14 de Novembro o Dia Mundial da Diabetes, numa iniciativa partilhada do Plano Nacional de Prevenção e Controlo da Diabetes, ao qual se associou o Município de Fornos de Algodres, tendo iluminado o edifício dos Paços do Município de cor azul na semana de 7 a 14 de Novembro, assim como procedeu à distribuição e divulgação de informação sobre a diabetes.
Pretendeu o Município de Fornos de Algodres alertar os seus munícipes para o aumento galopante, a gravidade e as implicações pessoais, familiares e sociais da diabetes e que constitui uma grande preocupação das populações. Todos os anos se tem celebrado o Dia Mundial da Diabetes no dia 14 de Novembro (data do nascimento de Frederick Banting, principal responsável pela descoberta da insulina), para alertar, informar e implementar medidas concretas e adequadas que impliquem todos os intervenientes no processo em particular as pessoas com diabetes, familiares, grupos e decisores sociais, profissionais da saúde e autarquias. Recorde-se que cada 10 segundos morre uma pessoa com diabetes.
segunda-feira, 15 de novembro de 2010
"Um Grande Orgulho ser de Fornos de Algodres"
sexta-feira, 22 de outubro de 2010
Ex - Presidente da República dá razão a Passos Coelho
terça-feira, 19 de outubro de 2010
Comunicado da CPS - JSD Fornos de Algodres
A história da JSD de Fornos de Algodres acompanha desde o inicio a história do nosso partido e, assim, a história da democracia em terras da beira.
Sempre demos voz aos anseios e preocupações dos jovens fornenses, sempre apresentámos propostas e sempre lutámos pelas causas em que acreditamos, e exigimos sempre a representação dos jovens nos órgãos do poder local. O PSD, por seu lado, sempre depositou em nós essa mesma confiança.
A JSD dá voz à nossa geração, somos a maior e a melhor organização política de juventude em Portugal.
Hoje a nossa JSD elegeu uma nova comissão política de secção. Dadas as circunstâncias dos tempos que correm, a responsabilidade é muita, mas a vontade de fazer mais e melhor é ainda maior.
Hoje apresentou-se a sufrágio, uma lista que é única, não só por concorrer sozinha, mas também por ser única nos valores humanos que apresenta.
A lista D – “por uma j De causas”, é encabeçada pelo estudante universitário, Paulo Lopes, que conta na sua direcção com uma equipa totalmente rejuvenescida, reunindo um conjunto de jovens abaixo dos 25 anos, do nosso concelho. Juntam-se também a esta causa jovens não-militantes, que pretendem ainda assim colaborar com este projecto, que é de todos.
Na mesa do plenário, segue a mesma letra e a mesma causa, alojada na experiência do mesmo presidente, Bruno Faustino, empresário local.
O que significa ser então para nós dirigente da JSD e o que nos motiva a pertencer à social-democracia?
- É o facto de podermos participar e intervir activamente e não deixar em mãos alheias as decisões do nosso próprio futuro, pois se ficarmos calados, são os outros que decidem por nós;
- É pensar em novas soluções, ser criativo;
- Dizer o que está bem e identificar o que está mal, ser critico responsável;
- É não falar de cor, mas sim saber do que se fala;
- É ser solidário, amigo, trabalhar em conjunto
Esta nova comissão política de secção preocupa-se com as causas reais que atormentam a nossa sociedade, e deixa de parte todo um folclore, que tem como único objectivo ludibriar e distrair os jovens das verdadeiras preocupações que o nosso país enfrenta. Porque ser da Juventude Social Democrata não é defender, só porque sim, o PSD, ou ter como base o ataque e a critica não sustentada aos adversários; é, antes, fazer política, com base em valores justos e coerentes.
Não esquecemos, nem deixamos que os jovens se esqueçam que Portugal foi governado pelo PS nos últimos 15 anos. Os resultados estão à vista. Mais desemprego, pior educação, piores salários, mais impostos, emigração crescente e uma divida pública que nos comprometerá o futuro durante décadas.
Para este combate pelo futuro da nossa terra e dos nossos jovens, todas as vozes são bem-vindas. Contem Conosco.
Fornos de Algodres, 16 de Outubro de 2010
segunda-feira, 18 de outubro de 2010
Orçamento de Estado para 2011 – o resultado das políticas socialistas
Depois de algumas trapalhadas, falta de cumprimento de prazos e falta de respeito pela Assembleia da República, foi, na passada sexta-feira, apresentado o orçamento de estado.
Todos nos recordamos, aquando da apresentação da proposta de revisão constitucional pelo PSD, de ouvir o PS a tocar os sinos a rebate em suposta defesa do estado social. A verdade é que na passada sexta-feira apresentou o orçamento de estado que o destrói.
Durante 15 anos de governos socialistas, vivemos a gastar à tripa forra. Valeu tudo. Desde criação de subsídios de toda a ordem, proliferação de fundações a beberem directamente do orçamento de estado, SCUTS, boys e mais boys, estádios, até um subsídio aos produtos petrolíferos de forma a não se reflectir no preço dos combustíveis o aumento verificado nos mercados, enfim, um descontrolo da despesa sem par. E o governo Sócrates, neste campo, foi uma catástrofe para o país. Após sucessivos avisos do PSD sobre o rumo que as finanças públicas estavam a tomar, o Primeiro-ministro foi prometendo tudo (começou logo por 150 mil novos empregos) e fazendo de conta que tudo estava bem (lembram-se quantas vezes foi proclamado o fim da crise? E o aumento dos funcionário públicos em véspera de eleições?). Só há duas razões para se fazerem promessas impossíveis de cumprir: ou o desconhecimento da realidade ou, mais grave, com o único objectivo de ganhar eleições, custe o que custar. Por uma ou por outra, a conclusão é a mesma: o Primeiro-ministro não é de confiança, e não admira que o presidente do PSD se recuse a discutir com ele, sem a presença de testemunhas.
O orçamento para 2011 é, essencialmente, um orçamento feito com as premissas que o governo negou enquanto pôde. Mas a verdade é como o azeite; vem sempre ao de cima. E a verdade é que o PSD tinha razão. Foi responsável e falou verdade aos portugueses, relegando para segundo plano os reflexos negativos que isso poderia ter (e teve) nos resultados eleitorais.
É triste que o PS venha agora desculpar-se com a crise internacional. Se a crise é internacional, como é que se explica que Portugal vá ter nos próximos 5 anos, segundo o FMI, o 3º pior desempenho económico do mundo!? Além disso, não houve um único ano dos governos Sócrates em que Portugal tenha crescido acima da média da zona Euro; estivemos sempre a divergir!
Mas o mais grave é que estas medidas, um sangrento massacre fiscal que espreme por completo a classe média, não vão ser suficientes para equilibrar as contas públicas. Já todos os analistas perceberam que o governo faz, neste orçamento, previsões de crescimento económico que não se verificarão e estima uma receita fiscal que não vai ter. Ou seja, cá estaremos daqui a alguns meses a discutir mais um pacote de medidas de extermínio da economia do país. Quais serão os impostos a aumentar e os cortes a efectuar desta vez?
Esperamos que todos estes sacrifícios impostos aos portugueses pelo governo socialista tenham servido, pelo menos, para tirar uma importante lição: eleger um partido e um Primeiro-ministro que governam com o único objectivo de manter a popularidade nas sondagens, virados para si mesmos e para a auto sustentação do seu próprio aparelho, sem qualquer preocupação com o futuro colectivo de Portugal, custa caro, muito caro.
Da parte da JSD, continuaremos empenhados em construir, no seio do PSD mas a partir dos anseios da sociedade civil, uma alternativa melhor para os portugueses. Assim eles o queiram.
Guarda, 17 de Outubro de 2010
Portugal "já não é independente” porque está submetido aos credores externos, diz Henrique Neto
O empresário e ex-deputado socialista Henrique Neto afirma que "Portugal deixou de ser independente" porque faz aquilo que os credores externos pretendem, mas considera um "descalabro" a eventualidade de chumbo do Orçamento de Estado para 2011.
"Com o endividamento (externo) que temos comprometemos, além do mais, a independência nacional. Nós hoje não somos independentes", sustentou o empresário, que chegou a ser porta-voz para a Economia durante os Estados Gerais de António Guterres.
Ao ter de se fazer "praticamente" o que os credores externos querem, que são "soluções fáceis e rápidas para se reduzir o défice", o Executivo optou pelo "aumento de impostos" e das receitas.
É "um aumento de impostos de forma indiscriminada e pouco compatível até com o Partido Socialista, na medida, como já foi demonstrado, [as taxas] crescem mais para as classes mais pobres, em termos relativos", afirma.
O empresário admite ter recebido com "tristeza" a proposta de o Orçamento de Estado de 2011 e lembrou os avisos feitos por vários sectores da sociedade, exigindo uma "reforma e um novo pensamento" da economia portuguesa.
"O orçamento era previsivelmente mau" porque "não responde ao essencial dos problemas da economia" e aumenta os "sacrifícios" da classe média, funcionando apenas como um instrumento financeiro, considera Henrique neto.
Para o responsável o Governo "não sabe ou porta-se como se não soubesse o que fazer" e não tem tornado as contas "transparentes". "Daí que este seja um orçamento financeiro, apenas trata dos problemas do défice, e sobre a Economia é completamente omisso", nota.
Para o futuro, Henrique Neto prevê dificuldades na execução das restantes medidas orçamentais, além do simples aumento dos impostos, pelo que admite novos cortes nos próximos anos.
"O próprio primeiro-ministro na última Comissão Política do Partido Socialista disse que a Administração Pública era a base do apoio político" do partido e, por isso mesmo, extinguir empresas públicas era "acabar com milhares de postos de trabalho" de quem elegeu o Executivo, acrescentou.
O ex-dirigente refere que, ao nível das Finanças, "é evidente" que não se deveria ter continuado com o endividamento e o "regabofe dos gastos do Estado, que tem sido a marca actual" do Governo.
O responsável acredita que o Orçamento será aprovado e que a algazarra sobre o assunto "desvia a atenção do essencial". "Não aprovar o orçamento seria um descalabro, o PSD, o Presidente da República e todos têm consciência disso".
2010-10-18 16:13
Oje/Lusa
sábado, 16 de outubro de 2010
O Serviço Nacional de Saúde – pelo fim do estado social as lágrimas de crocodilo do PS (e da JS)
Após a inserção pelo PSD do tema da revisão constitucional no debate político, logo surgiu o PS (e a JS, como sempre, por arrasto) a tentar cavalgar mais uma hipótese de desviar a atenção das pessoas dos “sucessos” da governação PS. E o pior, embora não seja novidade, é que o fazem com uma tremenda desonestidade política e com uma desavergonhada incoerência.
Entre tantas propostas apresentadas pelo PSD (sim, o PSD apresenta propostas sérias quando é oposição, por muito estranho que isto soe aos socialistas), o PS escolheu canalizar o debate público na pretensa defesa do estado social como se fosse o PS a querer defendê-lo e o PSD, qual “bando de malfeitores”, a querer eliminá-lo.
A verdade é que o PSD não recebe do PS lições sobre defesa do estado social. Foi em governos PSD – recordem os governos de Sá Carneiro e Cavaco Silva – que os direitos sociais dos portugueses conheceram grandes desenvolvimentos: a criação de uma classe média com rendimentos mais adequados, a melhoria da qualidade de vida, o 13º mês para os reformados, já para não falar na responsabilidade no equilíbrio das contas públicas e nos efeitos a médio prazo que isso tem na sustentabilidade destas e outras obrigações do estado.
Aquilo que o PSD defende é, em primeiro lugar, a protecção de quem tem realmente e comprovadamente de ser protegido, racionalizando os subsídios e estimulando o trabalho e a geração de riqueza; em segundo lugar, que quem tem rendimentos mais elevados, possa pagar alguns serviços públicos, de forma a tornar possível a sua gratuitidade para os que não podem, de facto pagar, ou será mais justo o actual estado de coisas em que toda a gente, independentemente do seu rendimento, pague a mesma taxa moderadora (até nas taxas moderadoras pagas nas cirurgias e internamentos criadas pelo governo do PS); em terceiro lugar, o PSD defende que cada cidadão tenha a liberdade de escolher quais os serviços de saúde ou educação de que queira usufruir, e não tenha de ser o estado a dizer-lhe o que fazer sob ameaça de perder o seu apoio.
O projecto de revisão constitucional do PSD diz, de forma a não deixar quaisquer dúvidas – embora os socialistas propositadamente o omitam – que, quanto à educação e à saúde, não
pode “em caso algum, o acesso ser recusado por insuficiência de meios económicos”.
No actual sistema, a gratuitidade é ilusória. Na verdade, no total de despesas no consumo das famílias Portuguesas, em média, 8% é destinado a saúde, a taxa mais alta da Europa. Então, se o Serviço Nacional de Saúde é Gratuito ou tendencialmente gratuito porque são os Portugueses os que mais dinheiro gastam em saúde? E, se a preocupação do PS e da JS é tão genuína, porque são eles a aumentarem de forma insuportável o custo dos medicamentos, fazendo o maior corte nas comparticipações dos medicamentos de que há memória? Ao actual Governo aplica-se bem o dito popular “olha para o que eu digo, não olhes para o que eu faço…”.
Os socialistas, em vez de defenderem o estado social apenas da boca para fora, deveriam começar por: não escorraçar os estudantes desfavorecidos do ensino superior (ainda ninguém sabe se vai ter bolsa para o ano lectivo que já começou!) cortando nos apoios sociais; fazer alguma coisa contra o desemprego jovem (que atinge o número recorde de 22,2% entre os jovens com menos de 25 anos); não cativar 20% das transferências para o ensino superior depois de assinar um contrato de confiança com as instituições, etc, etc, etc…
O PSD defende que bens sociais tão importantes como a Educação e a Saúde sejam universais e gerais. O Estado deve garantir a todos os Portugueses o acesso a uma saúde e a um ensino de qualidade. Esses serviços poderão pertencer à rede estatal, social, cooperativa ou privada, mas serão sempre inseridas numa rede de serviço público. Nesta rede, os cidadãos terão liberdade de escolher o serviço que melhor se adapta às suas necessidades ou especificidades.
terça-feira, 5 de outubro de 2010
"negócio do bio-combustível...."
"Resposta ao PSP" no blog da oposição
quarta-feira, 18 de agosto de 2010
Festas em Fornos organizadas pelos Bombeiros
Fornos de Algodres volta a viver as festas em honra de Nossa Senhora da Graça nos próximos dias 21, 22 e 23. A novidade é que, este ano, a organização das festividades cabe à Associação Humanitária de Bombeiros Voluntários local (AHBVFA).
Antes, as festas eram promovidas pelo Município, que sentiu dificuldades devido aos cortes orçamentais do Governo. O presidente da Câmara Municipal, José Miranda, referiu que a decisão foi tomada após uma reunião com a Associação Humanitária e a Associação Desportiva de Fornos de Algodres, tendo os Bombeiros assumido a organização.
O presidente da AHBVFA, Álvaro Melo, afirmou que esta instituição, “ao assumir as Festas de Nossa Senhora da Graça, representa uma efectiva parceria com o Município e com as gentes de Fornos de Algodres, por forma a que estes festejos, com muito sentido para as pessoas, não deixassem de se realizar”. “No entanto, a concretização desta iniciativa vai permitir, esperamos nós, o encaixe de alguma receita para a Associação, de modo a face às despesas com os incêndios florestais e aquisição de algum equipamento, assim como na comparticipação da recuperação do primeiro carro de combate a incêndios desta instituição, que se encontra em fase de restauro, datado de 1964,conhecido como a “velhinha Bedford”, afirmou.
Álvaro Melo apela à população para que, “apesar de um programa simples, mas feito com muito sacrifício, participe activamente nas festas da nossa terra, as Terras de Algodres”.
Três dias de actividades
As actividades começam na manhã de sábado, dia 21, com o VI Torneio de Paintball Fornos de Algodres. Às 18.30 horas realiza-se a procissão com a imagem de Nossa Senhora da Graça da Capela para a Igreja da Misericórdia e, às 20h, dá-se a abertura do recinto das Festas, no Mercado Municipal. Na primeira noite actuam os Trio Odemira e Lua Cheia, seguindo-se uma “Caipirinha Party” com o DJ NeoType.
No domingo, dia 22, há saudação à Vila pela Batuta da Alegria, seguida de Missa na Igreja da Misericórdia e procissão, pelas 11 horas. Da parte da tarde há animação no Mercado Municipal, com o Grupo de Cantares da Casa de Pessoal da Câmara de Fornos de Algodres, Rancho Folclórico e Grupo Típico “Os Capelenses”. À noite, o baile volta a ser com o grupo Lua Cheia, subindo também ao palco o artista brasileiro Amaury Ribeiro.
segunda-feira, 16 de agosto de 2010
Um Serviço, Uma Árvore Amiga

Assim, por cada serviço efectuado pela corporação de bombeiros ( incêndio florestal, transporte de doentes, acidente rodoviário, limpeza de vias, etc. ) pretendemos plantar uma árvore em zonas designadas pelas Juntas de Freguesia, Câmara Municipal - Gabinete Técnico Florestal.
Pelo número de serviços efectuados no ano passado pelos Bombeiros Voluntários de Fornos de Algodres, que ultrapassou os 4200, é esta para já a nossa meta a atingir, no entanto estamos empenhados em ajudar na reflorestação da nossa terra e este número não nos assusta.
Solicitamos já parcerias com o Parque Natural da Serra da Estrela, Escola Superior Agrária de Castelo Branco e de Viseu, Instituto Politécnico de Bragança, Instituto da Conservação da Natureza e da Biodiversidade, Horto do Campo Grande e Teleflora, das quais já recebemos a aprovação desta nossa iniciativa.
A Iniciativa " Um Serviço, Uma Árvore Amiga " consiste na plantação de árvores e arbustos originais da flora portuguesa, para conservar a biodiversidade das quais destacamos: carvalho-negral, pinheiro-silvestre, pinheiro-manso, plátano-bastardo, vidoeiro, cerejeira, tramazeira, mostajeiro, azereiro, azinheira, sobreiro, amieiro, freixo, sabugueiro, entre outros.
De realçar já a atribuição por parte da Escola Superior Agrária de Castelo Branco de 40 azereiros e 20 pinheiros-mansos para esta campanha que esperamos ser um sucesso de TODOS.
Iremos concerteza ver pelas nossas terras, bombeiros com pás não para apagar incêndios, mas sim para plantar uma árvore amiga.
segunda-feira, 2 de agosto de 2010
Fornos de Algodres comemorou Dia dos Avós com caminhada
Com início no Inatel de Vila Ruiva, a caminhada rumou à zona de lazer do Cadoiço na Ribeira de Linhares, percorrendo uma vasta região com paisagens típicas da Serra da Estrela que todos não deixaram de apreciar.No final no Cadoiço todos confraternizaram num piquenique.
quinta-feira, 17 de junho de 2010
Cruz das Jornadas Mundiais da Juventude vai passar por Fornos de Algodres
O percurso pretende motivar a participação no próximo encontro mundial dos jovens, que se realiza em Madrid entre 16 e 21 de Agosto de 2011, dado que a Cruz e o ícone mariano que a acompanha, o mais importante de Roma, são os objectos materiais polarizadores da iniciativa.
A Cruz da JMJ ficou conhecida por diversos nomes: Cruz do Ano Santo, Cruz do Jubileu, Cruz da JMJ, Cruz Peregrina, muitos a chamam de Cruz dos Jovens porque ela foi entregue pelo Papa João Paulo II aos jovens para que a levassem por todo o mundo, a todos os lugares e a todo tempo.
A cruz de madeira de 3,8 metros foi construída e colocada como símbolo da fé católica, perto do altar principal na Basílica de São Pedro durante o Ano Santo da Redenção (Semana Santa de 1983 à Semana Santa de 1984). No final daquele ano, depois de fechar a Porta Santa, o Papa João Paulo II deu essa cruz como um símbolo do amor de Cristo pela humanidade.
Desde 1984, a Cruz da JMJ peregrinou pelo mundo, através da Europa, além da Cortina de Ferro, e para locais das Américas, Ásia, África e Austrália, estando presente em cada celebração internacional da Jornada Mundial da Juventude.
Em 2003, João Paulo II deu aos jovens um segundo símbolo de fé para ser levado pelo mundo, acompanhando a Cruz da JMJ: o Ícone de Nossa Senhora, “Salus Populi Romani”, uma cópia contemporânea de um antigo e sagrado ícone encontrado na primeira e maior basílica para Maria a Mãe de Deus, no Ocidente, Santa Maria Maior.
O Padre Pablo Lima, responsável nacional pela Pastoral Juvenil, acredita que a passagem da Cruz vai ser novamente “uma oportunidade de renovação espiritual” oferecida “a todos”: “Aos que vão às Jornadas e àqueles que não podem ir, aos que já são uma presença constante na Igreja e a quem não o é, e mesmo aos não baptizados”.
Em 2004, ano em que Portugal recebeu a visita da cruz, mobilizaram-se cerca de quatro mil pessoas, mas este ano o responsável prefere não adiantar uma estimativa, até porque Agosto, diz, é um mês em que a realidade pastoral “é mais heterogénea”. Em cada diocese ou grupo de dioceses vai haver uma vigília de oração, estando também a ser preparadas localmente outras iniciativas de âmbito espiritual e formativo.
Na diocese da Guarda, que se juntou nesta actividade à vizinha diocese de Viseu, espera-se a cruz, no dia 12 de Agosto. Para realizar este trabalho conjunto com a diocese vizinha, ficou decidido concentrar as actividades numa localidade que tivesse a ver com ambas. Assim, as actividades decorrerão em Fornos de Algodres, dado que esta localidade faz parte da diocese de Viseu e do distrito da Guarda. Os jovens egitanienses terão oportunidade de se deslocar ao local através de transporte próprio do DPJG. A Cruz vai ser recebida a 8 de Agosto por representantes de todas as dioceses, durante a missa de encerramento da Peregrinação Europeia de Jovens, em Santiago de Compostela.
As datas da passagem da Cruz por Portugal são as seguintes: Dia 8: Viana / Braga; Dia 9: Vila Real / Bragança; Dia 10: Lamego / Porto; Dia 11: Aveiro; Dia 12: Viseu / Guarda; Dia 13: Algarve; Dia 14: Leiria-Fátima; Dia 15: Leiria-Fátima / Santarém; Dia 16: Coimbra / Portalegre; Dia 17: Lisboa / Setúbal; Dia 18: Ilhas; Dia 19: Ilhas; Dia 20: Beja / Évora / Partida para o Santuário de Lourdes (França), via Madrid.
in Jornal A Guarda
quarta-feira, 16 de junho de 2010
Fornos de Algodres, Gouveia e Seia juntos pelo Queijo
Seia vai ser o primeiro município a receber a Grande Feira do Queijo Serra da Estrela intermunicipal, certame promovido em conjunto pelos Municípios de Fornos de Algodres, Gouveia e Seia.
A união de esforços dos três municípios pretende valorizar o Queijo da Serra da Estrela enquanto produto regional de excelência criando uma grande feira anual organizada num dos Concelhos que contribua decisivamente para a promoção e valorização do tecido produtivo ligado à produção e comercialização do Queijo Serra da Estrela.
A iniciativa decorrerá durante os próximos três anos (2011, 2012, 2013), uma edição por Concelho, e para o efeito as datas foram sorteadas pelos autarcas durante a conferência de imprensa de apresentação da iniciativa que determinou o seguinte calendário:
2011 - Seia
2012 - Gouveia
2013 – Fornos de Algodres
A promoção de um certame anual promocional do Queijo Serra da Estrela será uma parceria intermunicipal no âmbito das autarquias da NUT III Serra da Estrela que para o efeito acordaram cooperar tendo em vista três objectivos essenciais:
_ Organizar um evento temático supra municipal promotor do Queijo Serra da Estrela;
_ Fomentar a notoriedade do Queijo Serra da Estrela e salvaguardar a sua preservação enquanto produto endógeno regional;
_ Promover a comercialização e a certificação do Queijo Serra da Estrela.
As parcerias intermunicipais e o desenvolvimento de sinergias potenciadoras de desenvolvimento regional estão na base da união de esforços entre os três municípios, sendo a promoção de uma grande Feira do Queijo da Serra da Estrela uma acção concreta nesse sentido.
Álvaro dos Santos Amaro, Presidente da Câmara Municipal de Gouveia, indica que “este é um momento histórico, pois a promoção de uma Grande Feira do Queijo Serra da Estrela intermunicipal é um tema recorrente há anos. Agora está dado o passo concreto para que o Queijo da Serra tenha uma acção promocional em larga escala, com notoriedade e com impacto nacional”. O autarca de Gouveia reitera ainda que “esta é uma iniciativa dos três municípios (Fornos de Algodres, Gouveia e Seia) mas que está aberta a todas as parcerias num espírito valorativo do Queijo da Serra enquanto produto e sector de actividade”. “A salvaguarda da tradição e a promoção de um nicho específico de actividade característico da Serra da Estrela é um dos objectivos que nos une” afirma o Presidente da Câmara Municipal de Gouveia.
Associado ao projecto, apresentado em Gouveia a 14 de Junho, está também a intenção de financiar as iniciativas que para o efeito irão reunir equipas dos três municípios na construção de um projecto sólido.
Carlos Filipe Camelo, Presidente da Câmara Municipal de Seia explicou que “a promoção de uma Grande Feira do Queijo Serra da Estrela intermunicipal visa ganhar escala, para promover um produto único”. “Assumimos cooperar no intuito de promover e desenvolver as nossas comunidades criando dimensão para um produto que nos identifica”.
Já para José Miranda, Presidente da Câmara de Fornos de Algodres, “a união dos três municípios (Fornos de Algodres, Gouveia e Seia) é representativa de uma comunhão de interesses e valorativo do território já que nestes três Concelhos se centra uma grande maioria da produção do Queijo Serra da Estrela”. “Sabemos ter o apoio do Sr. Secretário de Estado da Agricultura para uma iniciativa que pode estimular a produção do Queijo Serra da Estrela”.
A união de esforços das três autarquias surge no âmbito da Comunidade Intermunicipal da Serra da Estrela que foi criada em 21 de Janeiro de 2009 e tem como objecto a participação na gestão de programas de apoio ao desenvolvimento regional e local, designadamente no âmbito do QREN. Da Comunidade Intermunicipal da Serra da Estrela fazem parte os Municípios de Fornos de Algodres, Gouveia e Seia.
in radio F
